Psoríase não tem cura, mas pode ser controlada

Reconhecida por manchas arredondadas e descamativas, a psoríase é uma doença crônica, autoimune e não contagiosa. O problema afeta cerca de 3% da população mundial, em torno de 125 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo 5 milhões apenas no Brasil segundo informações da Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SDB).

A doença é inflamatória, mas em cerca de 20% dos casos apresentam fatores genéticos associados: o processo se desencadeia devido a renovação da pele, o que tende a provocar uma maior produção de tecido naquele local. Fatores emocionais também podem desencadear crises da doença ou o inverso. De acordo com pesquisa difundida em junho na revista médica JAMA Dermatology, pessoas com sintomas cutâneos da doença podem elevar à 32% o risco de desenvolvimento de depressão e ansiedade, visto seu impacto na autoestima e socialização.

A psoríase não tem cura, mas existem tratamentos vira oral, tópica e em pomada. E por ser inflamatória não é somente a pele que deve ser tratada, mas o organismo como um todo: deve-se diminuir alimentos inflamatórios e adotar hábitos para manter o estresse sob controle.

Suplementação de vitamina D, hormônio que regula a função imunológica,  pode ser adotada juntamente com a de magnésio — usado para que a vitamina D atue de maneira adequada no organismo.

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